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Deem um desconto à justiça

Quem leu esse título certamente estranhou. Especialmente depois desse texto do Marcos Elias em que, num dos comentários, eu desci o cacete na justiça, nos juízes e nos advogados (veja o comentário 3). Apesar de eu ter falado mal, eu ainda confio e tenho esperanças na justiça. Detalhe, na justiça, não confio (nem um pouquinho) em advogados. E para quem não gostou disso que eu acabei de escrever, sugiro que leiam o desabafo da Doutora Têmis, que é uma advogada. Tem uma minoria que salva. Mas, infelizmente, é uma minoria.

E o que me motivou a escrever esse texto foi justamente um outro texto do blog da Doutora Têmis, o Jurisconsulto (<jabá>que é um ótimo blog. Coloca os pingos nos is e descomplica o mundo do direito tão cheio de juridiquês, data venias e outras expressões latinas e forenses. O Arthurius já recomendou e eu também recomendo</jabá>).

O fato é o seguinte: Todos nós sabemos dos problemas da justiça. Impunidade, complicação de julgamento, lentidão de julgamento. E por causa desse último problema, existem diversos papéis de processos que ainda não foram julgados. Aliás, outro problema. Enquanto que em outros países o processo é informatizado, no Brasil, ainda se usa papel.

Mas será que alguns desses problemas também não podem ser causados devido a denúncias e processos absurdos? Pois bem, lendo esse texto do Jurisconsulto, me deparei com dois desses processos.

O primeiro processo foi feito na justiça trabalhista por um pedreiro que teria pego fimose enquanto trabalhava. Espera aí. Fimose? O que esse pedreiro fazia no ambiente de trabalho? Por acaso ele carregava tijolo com o pinto?

E no outro processo, uma mulher decidiu entrar com um processo, pois tinha sido demitida porque peidava muito soltava muitos gases no ambiente de trabalho.

Se houve alguma lei que foi aplica em ambos os casos, essa lei foi a lei de Gérson. Algumas pessoas sempre inventam cada coisa para se dar bem. E o pior é que fazer processos por motivos esdrúxulos, visando unicamente se dar bem é crime de litigância de má-fé, segundo o artigo 17 do código de processo civil.

Eu fico imaginando o quanto de tempo que a justiça perde ao analisar esses processos ridículos.
 

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