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Ideia jeneau do dia. Claro, vinda de político.

Que ciência e P&D no Brasil não recebe nenhum incentivo todos nós já sabemos. Nem do governo e muito menos de empresas privadas nacionais e até mesmo multinacionais, o que é de surpreender, já que nos seus países, essas investem bastante em P&D. Aqui no Brasil, as poucas que fazem, fazem porque são obrigadas ou para receber algum incentivo fiscal.

Porém há um programa do governo para tentar contornar esse problema. Esse programa se chama Ciência sem Fronteiras, em que o governo financia bolsas de estudo para instituições de países de verdade decentes de primeiro mundo que investem em P&D. A intenção é fomentar um pouco a ciência e a P&D dessa birosca. A primeira vista uma boa ideia. Se está efetivamente funcionando ou não, é outra história.

Mas eu escrevi esse texto não para falar do programa nem para fazer propaganda de programa de governo (pois afinal de contas não sou blogueiro governista progressista para receber dinheiro público). Eu escrevi esse texto para mostrar que até mesmo uma boa ideia (aparentemente) como essa pode ser estragada. E claro, por político. Olha só o que fizeram:



Imagem encontrada aqui.

Pois é. É isso o que o "nosso" digníssimo ministro da educação, el bigodón Aloísio Mercadante, quer fazer. Afinal de contas, o programa visa fomentar a ciência e tecnologia dessa birosca e fazer uma cooperação internacional entre as universidades brasileiras e estrangeiras, ou é pura e simplesmente um programa para o aluno fazer turismo e intercâmbio linguístico? Ou, como foi falado no texto da qual eu retirei a imagem: É programa "Ciências sem fronteiras" ou é programa "Fisk sem fronteiras"?

E já que a fluência no inglês é prioridade no programa, o superministro também pensa em excluir Alemanha, França, Finlândia, Coréia, Japão? Afinal de contas, nesses países não se fala inglês, que é prioridade do programa.

Ou vai ver que tudo isso é mentira, a história não é bem essa e isso não passa de mais um golpe promovido pela Imprensa Golpista™?

Grave ofensa de argentinos proferida aos brasileiros.

Vi uma coisa que me deixou revoltado. Um vídeo em que argentinos ficam debochando dos brasileiros (um absurdo que qualquer um deboche da gente. Só nós podemos debochar dos outros) por causa do novo papa, o Papa Chico (aliás, é Papa Francisco. E não Papa Francisco I). Olha, é um vídeo que eu me recuso a colocar embedded nesse texto.


Link para o vídeo

Ih! Coloquei o vídeo. Ah, já era.

Olha a ofensa. Isso é lá motivo para ficar debochando de nós brasileños? Digo e repito: Só nós podemos debochar dos outros. Só porque o santo padre, sumo pontífice, vigário de Cristo, bispo de Roma, sucessor de São Pedro, servo dos servos de Deus, primaz da Itália, arcebispo metropolitano da província Romana, chefe de Estado do Vaticano, supremo líder da ICAR é um argentino? Só porque ele é sucessor de um Papa que renunciou e o último Papa que renunciou foi a somente 600 anos? Só por causa de tudo isso eles se sentem no direito de debochar e nós? Isso é uma ofensa. Isso é extremamente ofensivo e...

Não. Não é. Para falar bem a verdade, ofensivo mesmo (de TÃO ruim) foi a resposta a esse vídeo. Confiram a BOSTA. Claro, com nofollow. Não vou dar PR para porcaria.

Isso só mostra que quase tudo que vem da Argentina é melhor do que do Brasil. A seleção de futebol deles é melhor. A seleção de basquete deles é melhor. A seleção de Rugby deles é melhor. A música deles é melhor (cúmbia é uma constante de Avogadro de vezes melhor que funk, pagode, sertanojo e "lek lek lek" somados, o rock argentino é melhor que o rock brasileiro e tango é melhor que samba). A urna eletrônica deles é melhor (que o diga o Eng. Amílcar Brunazo, que estuda as vulnerabilidades e problemas da urna eletrônica brasileira). Jorge Bergoglio é melhor que Odilo Scherer (pronto, falei). A literatura deles é melhor (os clássicos brasileiros são, com raras exceções, chatérrimos). E o cinema então? É covardia comparar. De exceção tem o vôlei, em que o nosso é melhor.

E o humor deles é melhor. Dois minutos de humor argentino valem muito mais que todo o humor internético e televisivo brasileiro.

E depois desse texto, fiquei com uma vontade de comer um alfajor, uma colherada de doce de leite e de ler Jorge Luís Borges.

Eis aí a minha resposta

Recebi de algumas pessoas um texto falando de um deputado (deputado Cláudio Cajado, do DEM da Bahia) que, assim que assumiu o cargo de procurador da Câmara dos Deputados, baixou uma norma para banir da Internet todo material que seja "ofensivo", "depreciativo", "calunioso", "injurioso" ou "difamatório"  aos nossos digníssimos, honrosos, prestimosos, maravilhosos e valorosos políticos. Para mais informações, leia esse texto aqui (sim, é da Veja. É da Imprensa Golpista™).

A maior parte das mensagens que eu recebi falando dessa notícia foi com um tom de "Vai, fala alguma coisa agora", "O que você tem a dizer disso?" e outras frases com um tom "desafiador", já que eu tiro um sarro danado desse pessoal que se "mobiliza demais pela Internet e de menos na vida real" (vocês sabem, né? Os sofativistas). Bem, para quem me mandou esse texto, aqui vai a minha resposta, com bastante atraso. Ela tem duas partes.

A primeira parte. É óbvio que sou contra a essa medida. Não passa de censura e é inaceitável qualquer tipo de censura em democracias, ou mesmo em pseudodemocracias que querem que a gente acredite que são democracias.

E vindo de quem vem, essa medida não me surpreende nem um pouco. O deputado é do "democratas", aquele partido que já foi PFL, PDS e, voltando mais um pouco no tempo, Arena, o partido de sustentação da Ditadura Militar. Só no Brasil que um partido que apoiou uma ditadura muda de nome para "democratas". E ainda mais que vem do DEM/PFL/PDS/Arena da Bahia, o partido do Toninho Malvadeza. Aí é que não me surpreende mesmo.

Mas que nenhum petista, governista ou qualquer outro aliado do governo queira usar esse meu texto para panfletagem. Eu sei o que vocês andam aprontando nesses últimos dias, tá lei Carolina DieckmanPEC 33/2011 (com direito ao criador dessa excrescência, que também criou o excelente projeto de lei limitando o quanto as pessoas devem consumir, querer a cassação do Joaquim Barbosa) e PEC 37/2011, que visa acabar com uma das poucas coisas que ainda funciona nesse país, o Ministério Público.

Bem, é isso o que eu tinha a dizer. Certamente após eu ter escrito isso, alguém deve estar pensando...
"Ah, Lucho. Quer dizer agora que você vai começar a defender o sofativismo?"
NÃO!! Não vou começar e não estou defendendo o sofativismo e muito menos vou virar um sofativista. E aqui está a segunda parte da resposta. Se eu defendo o direito de alguém se expressar, significa que eu concordo com a pessoa, com aquilo que ela fala ou com aquilo que ela defende? Sabe o que um tal de Voltaire disse a (ou há? Sempre me confundo) uns 200 ou 300 anos atrás? Então, é o que se aplica aqui. Se tem gente que acha que revolução de sofá vai ter alguma serventia e algum resultado, deixa o pessoal fazer a revolução de sofá deles. Até porque, é mais material para eu me deliciar e me divertir. :-)

E outra, há casos em que ações cyberativistas que não foram revoluções de sofá e tiveram resultados práticos efetivos. Eu mesmo já dei o braço a torcer uma vez (aliás, duas vezes). Ou mesmo aquelas ações que não tiveram resultado prático, porém serviram como ferramenta de conscientização, como o Nihil escreveu uma vez (infelizmente o Nihil acabou com o blog e fechou todas as contas que ele tinha. Mas graças a Deus existe o archive.org e graças a Deus o texto que ele escreveu foi indexado pelo site. É esse aqui).

E me surpreende que uma medida como essa tenha sido tomada. Sinal de que eles estão se sentindo um pouco "incomodados" com a Internet. E é aí que está a minha surpresa. Eu sempre achei que os políticos cagassem para o que dizem deles na Internet. Ainda mais depois que milhares (milhões?) de pessoas gritaram #forasarney na Internet e nada aconteceu com o oligarca maranhense e depois que o Renan Calheiros disse que estava se lixando para o abaixo-assinado contra ele. Será que isso é um indicativo para que eu comece a mudar a minha opinião a respeito das revoluções de sofá? (Resp.: Não).

E, de novo, a implicante e esquizofrênica perseguição dos políticos de terra Brasilis contra o Google. Desde a época do finado Orkut (tinha que ser esse inútil senador crente), passando pela prisão do presidente da Google do Brasil (iG é da Imprensa Golpista™?) e chegando a essa medida desse deputado (perceberam que pediram para que se retire material do Orkut, Picasa, Blogger, YouTube e até mesmo do buscador?). Isso sem contar o Brasil é o país que mais pede para que se remova materiais postados em serviços da Google. Vai chegar uma hora que o pessoal de Mountain View vai se cansar dessa perseguição e vai fechar os escritórios que a empresa têm no Brasil. Pois parece que é isso que os políticos querem.

Aos mimizentos do feicibuqui...

Mais precisamente os mimimizentos sofativistas do feicibuqui que criaram e compartilharam imagens super-hiper-mega-ultra-puta revoltz como essa, essa, essa, essa e mais essa.

Aliás, começando uma divagação, a última imagem do primeiro parágrafo é sensacional. Pedir para os fiscais se fiscalizarem? Isso não é só o auge do sofativismo. É o auge da estupidez sofativista. Fosse assim, tão simples, o poeta Juvenal não precisava ter feito a pergunta que ele fez. Pronto, terminei a divagação.

Todas essas imagens criadas, curtidas e compartilhadas por pessoas extremamente empáticas, que se sensibilizaram com a dor alheia e que decidiram se manifestar porque a bosta da baladinha preferida foi interditada. Só agora esse pessoal descobriu que existem essas duas "casas de shows"? E quanto a não serem "vistoriadas", quem deveria "vistoriá-las" não faz isso, preferindo ficar de mimimi e fazendo revolução e revolta de sofá.

Aliás, os revoltadinhos que só pensam no próprio cu e não conseguem olhar um palmo além do nariz não apenas criaram e compartilharam essas imagens idiotas. Um mané, infelizmente concidadão desse escriba que vos escreve, decidiu criar a vergonha alheia um evento no Facebook para protestar contra essa puta falta de sacanagem que foram os fechamentos das casas noturnas daqui de Campinas e esse protesto seria no paço municipal. Nem preciso dizer o quão exitoso foi esse protesto, né? Aliás, a maior parte dos comentários na página do evento já dá uma ideia.

Acho engraçado esses mimizentos. Reclamam (com razão) quando políticos e demais autoridades não fazem nada, mas quando esses decidem fazer alguma coisa, reclamam também? Precisou que acontecesse uma tragédia para que políticos e autoridades se preocupassem com a bosta da vida desse pessoal. Sim, políticos e autoridades estão preocupados com a vida desse pessoal, pois donos de casas noturnas e organizadores de eventos não estão nem aí. O que importa é o dinheiro do ingresso e foda-se todo o resto. Foda-se a estrutura, foda-se a segurança, foda-se a superlotação.

Para esses mimizentinhos, olha só que aconteceu ontem. Isso mesmo, mais uma casa noturna que se incendiou. Por sorte, não tinha ninguém dentro e outra tragédia não aconteceu.

E aí? Convencidos de que precisavam realmente fechar as casas noturnas que estavam irregulares? Ou então isso não passa de higienismo barato e políticas anticulturais que "essispulíticus" estão fazendo contra a população e para isso contam com o apoio da Imprensa Golpista™?

Blog do Lucho é um sucesso de reactions nas redissociais. Anuncie aqui você também. Na minha mão é mais barato.

É pessoal. O Blog do Lucho é um sucesso total nas redissociais. Minhas publicações são verdadeiros sucessos nas redissociais, sendo por várias vezes twittadas e retwittadas, blogadas e reblogadas, postadas e repostadas várias e várias vezes ad infinitum e ad nauseam. A prova? Eis as provas abaixo:


Minha última publicação, falando de V. Sa. Sr. Dr. "referência em educação" teve 1252059985 reactions. E não foi só o último texto. Outros textos também foram sucessos. Ei-los


É desse texto aqui.


É desse outro texto.


Mais esse texto.
"Ah, mas Lucho, esses seus textos são sucessos recentes. É apenas passageiro. Não vai durar muito tempo."
Não seja por isso. Olha só esse aqui:


De qual texto é isso? É só do meu primeiro texto.

Todas informações fidedignas e que estão na Internet. E todos nós estamos mais do que carecas de saber (no meu caso, literalmente) que se está na Internet, é verdade.

Comprovado o sucesso do blog nas redissociais. E você O que está fazendo aí parado? Anuncie aqui no blog. Por apenas 64763465439456983465983645946634 reais, ligue agora mesmo para...

... Ok, acabou a brincadeira (ou pelo menos a tentativa de se fazer uma).

O que aconteceu (pelo menos o mais provável) é que aconteceu um piripaque com o Disqus e aí apareceu esses números simplesmente absurdos. Será que não foi um ataque do bobonymous Anonymous?
"Ah, mas por que o Anonymous atacaria o Disqus?"
Sei lá. Pode ser por qualquer motivo. E o bobonymous Anonymous por acaso precisa de motivo para atacar o que quer que seja?

E fica esse texto também como um alerta. Um alerta para aquele pessoal que adora analisar números. Números frios, por si só, não querem dizer nada. Eu poderia muito bem usar esses números para fazer uma bela propaganda do blog, já que, a grande maioria só que saber da quantidade e análise de números frio ao invés da qualidade. Sobre esse negócio de números frios e quantidade, eu sempre indico esse texto que diz muito bem sobre isso. O texto é sobre o Twitter, mas vale para qualquer coisa.

Agora, como esses números que apareceram como reactions é que é a grande pergunta. Que raios são esses números? Esse é um dos problemas de se usar sistemas de comentários. Já escrevi outrora (gostaram dessa?) que eu não gosto desses sistemas, como o Disqus, IntenseDebate ou o LiveFyre. Acho os três cheio de frescuras e um pouquinho complicados. Porém eu só uso porque me recuso a usar a BOSTA de formulário de comentário natural do Blogger e também me recuso a usar o igualmente porcaria do sistema de comentários do feicibuqui,

Paulo Freire ainda vive. Infelizmente

É essa a conclusão a que eu chego após ter visto uma entrevista cujo título é "É possível fazer educação de qualidade sem escola". Quem disse isso? Um tal de Tião Rocha, apresentado na entrevista como "educador (!!!!!), antropólogo e uma das principais referências (!!!!!!!!!!) em ensino". Sim, é apresentado como uma das maiores referências no ensino. Se isso é referência no ensino, vejo que o nosso futuro será negro. Quer dizer, será afro-descendente. Voltaremos à Idade Média. No caso do Brasil, estaria mais para Idade Mérdia.

Só isso já estaria de bom tamanho, mas tem mais coisa. Até porque eu também não escreveria nem publicaria um texto de um único parágrafo. Aguentem o tranco e segurem-se em suas cadeiras porque vem mais coisa. Aí vão as pérolas (os grifos são meus):
"[...] educação se faz com bons educadores, e o modelo escolar arcaico "aprisiona" e há décadas dá sinais de falência. [...]"
Puxa, precisou de uma "referência em ensino" para dizer o que todo mundo já se sabe. O modelo escolar "arcaico" dá sinais de falência? Agradeça ao seu mentor intelectual, Paulo Freire.
"[...] Não precisamos de sala, precisamos de gente. Não precisamos de prédio, precisamos de espaços de aprendizado. Não precisamos de livros, precisamos ter todos os instrumentos possíveis que levem o menino a aprender [...] "
Não precisamos de livros? Então está bem, V. Sa. "referência em ensino". Bradbury deve estar em seu túmulo falando "Eu disse, não disse? Eu disse". E também não precisamos de prédios? Vai ver que é por isso que querem demolir aquela excelente escola que fica próxima ao Maracanã. É porque o senhor doutor "referência em ensino" acha que a gente não precisa de prédios para dar aula.
"[...] E é isso que o educador tem feito nos últimos 30 anos, desde que teve "um clarão" e deixou o emprego de professor na Ufop (Universidade Federal de Ouro Preto) para fundar o Centro Popular de Cultura e Desenvolvimento, organização não-governamental sem fins lucrativos, criada em 1984 [...]"
Cheguei até essa parte do texto e eu já estava me perguntando como é que ele sobrevive? Aí está a resposta. Ele criou uma ONG. Claro, uma ONG sem fins lucrativos e nem um pouquinho governamental (já que o próprio nome dela diz isso). Claro, sei muito bem. Precisava saber pois, até mesmo uma "referência em ensino" também almoça.
"[...] Tião iniciou um projeto pedagógico baseado no uso da cultura local como matéria-prima do ensino e na proposta de que a educação acontece em qualquer lugar. E foi debaixo de um pé de manga que a pedagogia da roda começou [...]"
Tinha que ter pedagogia no meio. Era óbvio. E isso de lecionar embaixo de um pé de manga, isso deve ter inspirado os nossos políticos a não construir escolas e fazer os professores lecionarem os alunos debaixo de uma árvore. Agora eu entendi o porquê de acontecer isso.
"[...] Sua proposta de uma educação mais livre já atingiu mais de 500 educadores e 20.000 crianças. O projeto é reconhecido internacionalmente e foi levado a Moçambique e Guiné Bissau [...]"
E como todos nós sabemos, os dois países tornaram-se hiperpotências políticas, econômicas, educacionais, tecnológicas e militares. Esse projeto realmente é muito bom.
"[...] Nós comprovamos que é possível sim fazer educação de boa qualidade sem escola, em qualquer lugar [...]"
Comprovaram sim, basta ver que o maravilhoso projeto foi levado para Moçambique e Guiné-Bissau e basta ver o que os dois países se transformaram.
"E aprendemos também que só podemos fazer boa educação se tivermos bons educadores."
Bons salários, material didático de qualidade, salas em perfeitas condições e com poucos alunos não passou pela cabeça da "referência em ensino"? Dã, que pergunta idiota essa que eu fiz. Para quem dá aula debaixo de pé de manga, ele não vai se preocupar com salas. Para quem disse que "Não precisamos de livros", ele não vai se preocupar com material didático. E para quem criou uma organização "não-governamental" e "sem fins lucrativos", ele não vai se preocupar com salários de professores.
"Bons educadores são aqueles que geram processos permanentes de aprendizado e não repassadores de conteúdo [...]"
Demorou para aparecer os devaneios piagetanos e paulofreiristas.
"[...] As escolas vão continuar com seis aulas de matemática e nenhuma de cidadania, solidariedade ou artes [...]"

"[...] Não podemos ter um modelo como a escola, que deixa a maioria para trás, aproveita o mínimo e vai "informando gente que não é crítica, que não pensa, que não age, que não é bom cidadão" [...]"
Mais devaneios piagetanos e paulofreiristas. E esse negócio de "bom cidadão" me lembrou aquela vaga de emprego de TI em que o candidato a vaga tinha que ser engajado e politizado, mas ao mesmo tempo tinha que ser bicha bondoso e amável. A vaga era para trabalhar no Instituto Paulo Freire (surpresos?).
"[...] "Ah, é porque eles precisam vencer na vida': Vencer na vida é o quê? É ganhar dinheiro, virar classe média alta? [...] "
Verdade, não precisamos ganhar dinheiro e virar classe média alta (e aqui não falo da "classe média alta" que o governo acha que é classe média alta). Poderíamos virar as hiperpotências Moçambique e Guiné-Bissau.
"[...] Se é pra ser feliz, eles tinham que ter mais música, mais poesia, mais solidariedade. E menos matemática, menos química. [...]"
Químicos e matemáticos são pessoas infelizes e fazem as pessoas ficarem infelizes. Pensando bem, dessa vez eu concordo com a "referência em ensino". Não fosse pela química, não saberíamos o que são reações químicas, não saberíamos qual a reação química responsável por fazer o papel e não existiria papel para essa "referência em ensino" escrever esse monte de merda. E se não fosse pela matemática, não existiriam coisas como estatística, probabilidade, criptografia, geometria e computação. E não fosse pela computação, não existiria computadores e scanners, não existiriam pessoas para digitalizar esse jornal e eu não teria lido esse monte de merda.

Verdade V. Sa. "referência em ensino". Malditos sejam os químicos e matemáticos e malditas sejam a química e a matemática que só nos fazem ser infelizes.

Para quem acha que isso é invenção da minha imaginação doentia, digo que não, não é. A entrevista com a "referência no ensino" pode ser vista (e lida) aqui. E aqui o resultado desse modelo de merda pogreçista de educação proposto por V. Sa. "referência em ensino".
 

Eu sei quem você é

Em sei quem você é, de onde você é o que você está usando para acessar a Internet. Duvida? Então toma:


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