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Top 10 de 2016

E eis que mais um ano se foi-se. E como já virou tradição por aqui (quando acontece mais de uma vez, já vira tradição), assim como foi em 2014 e em 2015, eis o top 10 do ano que se passou.

Pessoalmente tanto os anos de 2015 como de 2016 não foram ruins. Aliás, os meus últimos anos tem sido meio que semelhantes.

Mas não dá para avaliar todo um ano apenas pelo que aconteceu comigo. E a verdade é que se 2015 já foi um ano ruim, 2016 conseguiu ser ainda pior. Em todos os sentidos. A economia passou mais um ano no fundo do poço, são 12 milhões de desempregados (os 15 milhões de empregos que o Lula - diz que - criou, Dilma tratou de destruí-los quase que totalmente. Valeu Dilma. E cada vez mais estou orgulhoso de ter votado nulo em 2014), a política continua uma bosta, mas lembrem-se que o #OGiganteAcordou e foi votar. E se antes, os políticos que estavam aí não representavam o gigantinho millennial da geração Ydiota criado com merthiolate que arde e leite com pera, agora tem-se os políticos que realmente representam esse gigantinho (que por sinal são os mesmos). Além disso, foi eleito nos EUA o alaranjado Trump e em São Paulo o cafona Dória (reclamações, enviem cartas à produção).

E para o blog, 2016 foi horrível. Bati o meu recorde de ano com a menor quantidade de textos publicados. Apenas 21 textos o ano inteirinho. Enquanto isso, os Tumblrs foram cerca de 150 textos publicados em cada um. As ideias estão escasseando, o formato do blog está se esgotando e, se continuar assim, o blog não vai ter mais muito tempo de vida. Justamente quando se aproxima o decênio do Blog do Lucho (será - vai saber - em 31 de janeiro do ano que vem). Decênio esse que o Ceticismo já atingiu. E antes que sugiram, não tenho a MENOR pretensão de criar o Vlog do Lucho. Não tenho paciência para criar e editar vídeo, o retorno é mínimo e eu tenho um emprego que toma bastante do meu tempo.

Além disso, a gentalha, o gado que usa o facebosta e se acha fodalhão por ter conta naquela pocilga, destratando quem por livre e espontânea vontade não tem conta neste lixo continua na mesma mediocridade de sempre.

E para corroborar a coisa pavorosa que foi o ano de 2016, em novembro aconteceu aquele trágico acidente aéreo que dizimou praticamente toda a equipe da Chapecoense e vitimou diversos profissionais da imprensa esportiva. Não chorei, mas confesso que fiquei com o coração bem pequenininho e bem apertado. A última vez que fiquei dessa maneira foi há 20 anos, quando os Mamonas Assassinas se foram. #ForçaChape. #ForçaChapecó

Foi muito triste o que aconteceu com a Associação Chapecoense de Futebol e mais triste ainda (além de revoltante, nojento, asqueroso e abjeto) foi o que fez um blog noticioso mantido por um jornalista e escritor que ganhou tudo quanto foi prêmio que se aproveitou da tragédia para conseguir alguns cliques e ganhar uns caraminguás. Porém o castigo veio a cavalo e o tal bloguinho se fudeu soberbamente.

Ah!! Uma coisa que eu lembrei. Em 2016 faleceu Fidel Castro. Foi só uma coisa que eu lembrei. Não tem nada a ver.

Bom, mas chega desse tom funesto e como não sou Rede Globo para fazer retrospectiva, então chega de falar do ano que se foi. Vamos falar do blog. Vamos à lista, pois já foram mais de 3000 caracteres e nada da bendita. Quem não leu, poderá lê-los e quem já leu, poderá lê-los novamente.
  • A coisa está realmente ruim, né Abril? A editora Abril, a fim de aumentar o seu gado público, me mandou uma sensacional promoção, em que teria desconto de 50%, por um período de tempo, a três maravilhosas revistas que ela publica e ganharia também... um cooler. Para mim, que não bebo, é um prêmio fantástico. Mas mesmo assim, declinei. Desculpa, é a crise.
  • Como usar este, esse e aquele. Uma dica de ortografia, de gramática e de português do professor Pasquale Lucho
  • "Quem garante todos os empregos não é o empresário, sindicalistas ou governantes. São os consumidores". Lembra quando houve aquela iniciativa a Anatel de limitar a banda larga fixa (aliás, mais uma razão do porque 2016 foi uma bosta)? Foi falado do graaaaaaande poder que o consumidor tem que é o boicote (mas se todas as empresas de Internet decidirem colocar limite, como vai fazer boicote?) e teve até participação do asnonymous (já que eles pirateiam a efígie de Guy Fawkes, que mal tem piratear também a principal frase da HQ?). Mas aí o saudoso George Carlin mostra como as empresas e os empresários temem os consumidores.
  • O paradigma do relógio parado... ou quando concordei com Bolsonaro. Pois é. Quem diria que um dia eu ia concordar com alguma coisa dita por essa attention whore. Mas é claro que foi algo muito especial. Foi porque ele disse apenas a verdade sobre os inúteis, ridículos, idiotas, inúteis e imprestáveis vereadores de Campinas. Voltaremos a falar deles.
  • Blog do Lucho na luta pela fosfoetanolamina. Um texto irônico (Ah!! Cê jura??) para pegar no pé do pessoal que quer que a bostoetanolamina seja colocada, a força, para ser distribuída como remédio, sem qualquer tipo de comprovação a respeito da eficácia da mesma. Inclusive um dos que mais atuou para que a pilulinha mágica fosse distribuída, na canetada, foi a attention whore do texto de cima. Pessoal esqueceu do que aconteceu com a talidomida. Aliás, fosfoetanolamina também foi mais uma razão do porque 2016 foi um lixo.
  • Quando o analfabetismo funcional cruzou o meu caminho. Ou... quando um integrante da seita religiosa ufológica e dos homens gigantes não teve a capacidade de entender o que eu quis dizer num comentário curto. O analfabetismo funcional se agrava cada dia mais.
  • Feliz dia do Saci. Para você que lembra só hoje que existe folclore nacional. Esse foi um texto que fazia bastante tempo que queria ter escrito. Mais para mostrar uma das muitas iniciativas geniais do comunista negacionista do aquecimento global Aldo Rebelo (o mesmo que não queria inovação tecnológica e acabou sendo ministro de ciência e tecnologia). E o mais gozado é que os cretinos que comemoram o dia do Saci no dia 31 de outubro, só de pirracinha, não sabem que dia 22 de agosto foi instituído como o dia do folclore nacional. E isso há 50 anos.
  • Hoje é um dia bastante especial. Enfim, depois de muito tempo que comecei a usar a extensão, cheguei a 1 milhão de itens bloqueados no Adblock. E vou continuar a usá-lo. No meu computador, mando eu.
  • Comédia Municipal de Campinas. Os vereadores de Campinas dando ainda mais razão ao que disse a attention whore que, desgraçadamente, é meu concidadão. Moção de aplauso à eleição do alaranjado Trump, dia do estagiário e dia do Coach. Alguns vereadores não foram reeleitos (talvez tenha sido falha na Matrix), mas a maioria se reelegeu. E também se reelegeu o prefeito-radialista. A população merece. A cidade não, mas a população sim.
E o texto que mais gostei de ter escrito foi este:
  • Ser famoso na Internet é como ser rico no Banco Imobiliário - A prova. Esse foi particularmente um texto que gostei de ter escrito. Decidi dar uma de cético e ver se essa frase é verdade. E provei que realmente é verdade. Ser famoso na Internet pode até massagear o ego ou dar algum indício de relevância, porém não serve para bosta nenhuma na vida real. Se não serve nem para levar uma pessoa para doar sangue, para o que é que presta então?
E é isso (nem sei como consegui selecionar 10 textos com a quantidade tão exígua de textos). Se ano passado prometi mais textos, este ano prometo não fechar a birosca. Mas será difícil.
 

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